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	<title>Livros sobre Ancestralidade Afro-Brasileira e Saberes dos Mais Velhos</title>
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	<title>Livros sobre Ancestralidade Afro-Brasileira e Saberes dos Mais Velhos</title>
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		<title>Um Rio de resistências: dicionário biográfico – Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Aruanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 22:32:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p><em>Um Rio de resistências: dicionário biográfico – Rio de Janeiro</em> reúne mais de 100 trajetórias de mulheres negras que marcaram a história do estado por meio da arte, da educação, da religiosidade, da política, do esporte e da luta por direitos. Em uma poderosa cartografia de memórias e ancestralidades, a obra resgata histórias frequentemente invisibilizadas e revela o "pretagonismo" de mulheres que transformaram seus territórios e ajudaram a construir o Rio de Janeiro. Mais do que um livro de biografias, é um convite ao reconhecimento, à valorização da herança afrodiaspórica e à construção de uma memória coletiva mais justa e plural.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Um Rio de resistências: dicionário biográfico – Rio de Janeiro</em> é uma obra fundamental para conhecer e reconhecer o &#8220;pretagonismo&#8221; das mulheres negras que ajudaram a construir a história fluminense e brasileira. Reunindo mais de 100 biografias, o livro resgata trajetórias de lideranças religiosas, intelectuais, artistas, sambistas, quilombolas, educadoras, atletas, ativistas e políticas que transformaram seus territórios por meio da luta, da criatividade e da ancestralidade.</p>
<p>Das rodas de samba de Madureira aos quilombos da Baixada Fluminense, dos terreiros de Candomblé às universidades, das comunidades periféricas aos espaços de poder, esta obra revela um mosaico de histórias que desafiam o apagamento histórico e reafirmam a centralidade das mulheres negras na formação do Rio de Janeiro.</p>
<p>Mais do que um dicionário biográfico, <em>Um Rio de resistências</em> é um quilombo de memórias, um instrumento de educação antirracista e uma celebração da força amefricana que atravessa séculos. Um livro indispensável para estudantes, educadores, pesquisadores e todos que desejam compreender o Brasil a partir das vozes que por muito tempo foram silenciadas.</p>
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		<title>Ebó poético: palavras ancestrais que abrem caminhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Aruanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 22:26:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p class="p2"><i>Ebó poético </i>é mais que um livro: é um ritual escrito com a força da ancestralidade, uma oferenda de versos que alimentam, curam e despertam. Nele, Dandara Suburbana e Obalerá transformam palavras em oferendas, versos em feitiços e poesia em resistência.</p>
<p class="p2">Este livro é ritual, feitiço, reza e travessia. Cada poema, oriki, narrativa e crônica é uma folha sagrada que dança no vento da memória negra e da espiritualidade de matriz africana.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p2"><i>Ebó poético </i>é mais que um livro: é um ritual escrito com a força da ancestralidade, uma oferenda de versos que alimentam, curam e despertam. Nele, Dandara Suburbana e Obalerá transformam palavras em oferendas, versos em feitiços e poesia em resistência.</p>
<p class="p2">Nascido do encontro entre uma mulher de Xangô e um homem de Omolu, este livro é ritual, feitiço, reza e travessia. Cada poema, oriki, narrativa e crônica é uma folha sagrada que dança no vento da memória negra e da espiritualidade de matriz africana.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p class="p2">A obra convida quem lê a pisar no chão do terreiro, onde a palavra é axé em movimento, é tambor que denuncia e celebra, é reencantamento diante de um mundo que insiste em [nos] apagar. Aqui, o sagrado e o cotidiano se entrelaçam como os fios de palha que cobrem o corpo de Omolu ou como os trovões que anunciam a justiça de Xangô. A palavra vira ebó: alimento espiritual, denúncia política, ternura que acolhe.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p class="p2">Entre punhais e rezas, folhas e gargalhadas, <i>Ebó poético </i>ergue uma travessia coletiva, construída com o afeto radical de quem escreve com o corpo, com a fé e com a memória. É livro que se dança, se canta, se sente. É palavra de axé, cura, caminho e descolonização. É amizade feita de oriki, escrita como banquete partilhado. Um chamado para lembrar, celebrar e transformar — porque sem cura, não há justiça; e sem justiça, a cura é apenas silêncio.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><em data-start="976" data-end="989">Ebó poético</em> é um livro para quem quer sentir, compreender e viver a potência da oralidade ancestral e da luta coletiva dos povos negros no Brasil. Um chamado à escuta profunda de vozes que foram historicamente silenciadas, mas aqui reverberam com força, beleza e coragem.</p>
<p class="p2">Você está preparado para receber esse ebó?</p>
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		<title>Contas e contos: encantos ancestrais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Aruanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2025 23:59:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p class="" data-start="24" data-end="579">Em <em data-start="27" data-end="65">Contas e contos: encantos ancestrais</em>, Adeloyá OjúBará compartilha um universo rico e pulsante de vivências, fé e resistência. Em sua obra, o ativista não binárie e fotoativista desafia narrativas colonizadoras e racistas ao apresentar em seus contos a sabedoria ancestral dos Orixás, sem as amarras da cosmovisão europeia Esta obra, além de ser um marco na literatura de axé contemporânea, oferece uma reflexão essencial sobre identidade, ancestralidade e resistência.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="" data-start="24" data-end="579">Em <em data-start="27" data-end="65">Contas e contos: encantos ancestrais</em>, Adeloyá OjúBará compartilha um universo rico e pulsante de vivências, fé e resistência. Em sua obra, o ativista não binárie e fotoativista desafia narrativas colonizadoras e racistas ao apresentar em seus contos a sabedoria ancestral dos Orixás, sem as amarras da cosmovisão europeia. Com uma escrita poética e profunda, o livro traz contos que refletem a espiritualidade iorubá diaspórica, revelando o poder ancestral das divindades africanas, como Exu e Iansã, e das figuras femininas que quebram os padrões patriarcais.</p>
<p class="" data-start="937" data-end="1329">Esta obra, além de ser um marco na literatura de axé contemporânea, oferece uma reflexão essencial sobre identidade, ancestralidade e resistência. É uma celebração da liberdade e do respeito aos diferentes modos de existir e crer, sendo, portanto, uma leitura indispensável para quem busca entender a riqueza da cultura africana e o enfrentamento das injustiças e do racismo estrutural que ainda persistem no Brasil.</p>
<p data-start="937" data-end="1329">Neste livro, Adeloyá, que se tornou referência nacional em fotografia de terreiro, usa a própria vivência como veículo para o combate ao racismo religioso e às opressões de gênero e de sexualidade. Por meio deste trabalho, ele reitera sua luta pela visibilidade e o respeito às tradições afro-brasileiras, especialmente na proteção e valorização dos espaços de culto.</p>
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		<title>Salve o matriarcado: manual da mulher búfala</title>
		<link>https://editoraaruanda.com.br/livro/salve-o-matriarcado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editora Aruanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2020 20:54:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Neste livro, Mãe Flavia Pinto busca mostrar a todas as mulheres – <em>cis</em> ou <em>trans –</em> como reconhecer as diversas formas de machismo e opressão perpetuadas, ao longo dos anos, por uma sociedade paternalista que busca, de todas as formas, apagar o papel social feminino, notadamente o das mulheres negras.</p>
<p>Pelo resgate do matriarcado roubado! Pela vida das mulheres! Sejamos todas mulheres búfalas!</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste livro, Mãe Flavia Pinto busca mostrar a todas as mulheres – <em>cis</em> ou <em>trans –</em> como reconhecer as diversas formas de machismo e opressão perpetuadas, ao longo dos anos, por uma sociedade paternalista que busca, de todas as formas, apagar o papel social feminino, notadamente o das mulheres negras.</p>
<p>Para tanto, Mãe Flavia revisita autoras e autores, desde as comunidades matriarcais africanas até os dias atuais no Ocidente para, de forma simples e direta, debater os micromachismos diários aos quais todas as mulheres são submetidas e ensinar como podemos identificá-los.</p>
<p>A partir de análises históricas e sociológicas sensivelmente construídas pela autora, que se embasa em suas práticas ativistas e experiências de vida, esta obra apresenta propostas potencialmente transformadoras para essa identificação.</p>
<p>É fundamental que a mulher inicie um processo de interrupção desses ciclos de violência impostos pelos sistemas econômico, político e social vigentes e que resgate seu papel matriarcal ancestral. Combater os machismos diários que atravessam e destroem gerações é tarefa de todas, todos e todes.</p>
<p>Pelo resgate do matriarcado roubado! Pela vida das mulheres! Sejamos todas mulheres búfalas!</p>
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		<title>Flores de Obaluavelho: poemas ancestrais de hoje</title>
		<link>https://editoraaruanda.com.br/livro/flores-de-obaluavelho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Aruanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2020 22:56:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p><span class="s1">É na encruzilhada deste livro que letra e espírito se encontram – o texto e o simbólico, o lógico e o analógico –, sem a pretensão de ser didático. Aqui, os ensinamentos são transmitidos com a liberdade e a leveza das rodas de conversa e com as estripulias da oralitura que dá vida à literatura. Neste livro está a palavra viva e ressignificada da poesia.</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><span class="s1">Encruzilhada é ponto de interseção. Também é portal para trabalhos magísticos de cura, regeneração e encaminhamento de espíritos perdidos nas trevas. É lugar de respeito e de alegria. Neste livro, é onde a letra e o espírito se encontram, bem como o texto e o simbólico, o lógico e o analógico, sem a pretensão de ser didático. Imperam a liberdade e a leveza das rodas de conversa, dos ensinamentos dos [e entre os] mais velhos e dos mais novos, com as estripulias da oralitura e, posteriormente, da literatura. Aqui está a palavra viva e ressignificada da poesia.</span></p>
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		<title>Ventania para Oyá</title>
		<link>https://editoraaruanda.com.br/livro/ventania-para-oya/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Aruanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2019 22:45:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Considerado como o poeta dos orixás, este livro reúne mais de 70 poemas de Alexandre Careca, autor da página <em>Ventania Poesia</em>, que exaltam a figura da orixá Iansã. Adeloyá Magnoni, a fotógrafa do xirê, com suas fotos, traduz sua poesia e traz ainda mais significado para cada verso.</p>
<p>Este livro pode ser considerado como uma ode à Iansã, mas também pode ser visto como uma exaltação do feminino: da mulher que se coloca, chega e preenche os espaços; que sabe o que quer e não tem medo de ser quem é.</p>
<p>Eparrei, Iansã! Eparrei, bela Oyá!</p>
<p>O post <a href="https://editoraaruanda.com.br/livro/ventania-para-oya/">Ventania para Oyá</a> apareceu primeiro em <a href="https://editoraaruanda.com.br">Editora Aruanda</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este é o primeiro livro de Alexandre Careca, autor da página <em>Ventania Poesia</em>.</p>
<p>Considerado como o poeta dos orixás, ele reuniu neste livro mais de 70 poemas de sua autoria que exaltam a figura da orixá Iansã &#8211; a orixá guerreira: que é búfalo, mas também é borboleta; cujo vendaval desorganiza e cuja brisa acalenta; que, com seus raios, ilumina e empodera.</p>
<p>Para tornar este livro ainda mais significativo, Alexandre convidou Adeloyá Magnoni – a fotógrafa do xirê – para, com suas fotos, traduzir sua poesia e trazer ainda mais significado para cada verso, criando uma experiência única de leitura.</p>
<p>Este livro pode ser considerado como uma ode à Iansã, mas também pode ser visto como uma exaltação do feminino: da mulher que se coloca, chega e preenche os espaços; que sabe o que quer e não tem medo de ser quem é.</p>
<p>Eparrei, Iansã! Eparrei, bela Oyá!</p>
<p>O post <a href="https://editoraaruanda.com.br/livro/ventania-para-oya/">Ventania para Oyá</a> apareceu primeiro em <a href="https://editoraaruanda.com.br">Editora Aruanda</a>.</p>
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