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	<title>Arquivo de Fundamentos de Axé | Editora Aruanda</title>
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	<title>Arquivo de Fundamentos de Axé | Editora Aruanda</title>
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		<title>Foi Exu que me deu: Exu coach e a Teologia da Prosperidade na Umbanda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Aruanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Dec 2025 19:58:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p class="ds-markdown-paragraph"><em>Foi Exu que me deu: Exu coach e a Teologia da Prosperidade na Umbanda </em>é um mergulho corajoso e inédito na interseção entre tradição, comunicação e consumo no Brasil contemporâneo. Nesta obra provocativa e necessária, Ademir Barbosa Júnior revela como a figura de Exu — orixá das encruzilhadas e da comunicação — foi ressignificada na Umbanda pela lógica do mercado, das redes sociais e da chamada “Teologia da Prosperidade”, dando origem ao fenômeno do “Exu coach”, criando um cenário híbrido de fé, performance e empreendedorismo espiritual. Este livro é essencial para compreender os cruzamentos entre fé, mídia e capitalismo no Brasil contemporâneo.</p>
<p style="margin: 0in; font-family: Cambria; font-size: 12.0pt;"><span style="font-weight: bold;">PRÉ-VENDA*</span></p>
<p style="margin: 0in; font-family: Cambria; font-size: 12.0pt;"><span style="font-style: italic;">*Disponível a partir de 13/03/2026.</span></p>
<p style="margin: 0in; font-family: Cambria; font-size: 12.0pt;"><span style="font-style: italic;">O prazo para envio começará a contar desta data.</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="ds-markdown-paragraph"><em>Foi Exu que me deu: Exu coach e a Teologia da Prosperidade na Umbanda</em>, de Ademir Barbosa Júnior, é um mergulho corajoso e inédito na interseção entre tradição, comunicação e consumo no Brasil contemporâneo.</p>
<p>Nesta obra, o leitor é conduzido por uma investigação corajosa e inédita sobre as transformações da espiritualidade afro-brasileira no século XXI. Em um mundo cada vez mais digital e mediado, até as religiões mais ancestrais se transformam. Nesta obra provocativa e necessária, Ademir Barbosa Júnior revela como a figura de Exu — orixá das encruzilhadas e da comunicação — foi ressignificada na Umbanda pela lógica do mercado, das redes sociais e da chamada “Teologia da Prosperidade”, dando origem ao fenômeno do “Exu coach”.</p>
<p>Com rigor acadêmico e a sensibilidade de quem vive a religião há décadas, o autor analisa anúncios de cursos online, lives ritualísticas, memes e influenciadores digitais, mostrando como o Sagrado é convertido em produto, o axé em algoritmo e a tradição em estratégia de consumo, criando um cenário híbrido de fé, performance e empreendedorismo espiritual.</p>
<p>Este livro é essencial para compreender os cruzamentos entre fé, mídia e capitalismo no Brasil contemporâneo, oferecendo uma reflexão profunda sobre resistência cultural, intolerância religiosa e os novos caminhos da Umbanda na era digital. Uma leitura indispensável para pesquisadores, religiosos e todos interessados nas dinâmicas que estão redefinindo o espiritual em nosso tempo.</p>
<p><em>Foi Exu que me deu</em> provoca, questiona e ilumina, e será um marco no estudo das religiões no século XXI.</p>
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		<title>Levanta, favela!: vamos descolonizar o Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Aruanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 23:59:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mais que um livro, <em>Levanta, favela!</em> é um chamado à ação. Um convite para romper com as correntes do passado, resgatar a ancestralidade e construir um futuro onde a favela não seja sinônimo de carência, mas de potência. Nas palavras da autora: "Descolonizar não é opção, é sobrevivência".</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Um manifesto urgente para quem acredita que outro Brasil é possível.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>#LevantaFavela</strong></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="ds-markdown-paragraph">O Brasil tem uma história que não está nos livros didáticos. Em <em>Levanta, favela!</em>, Mãe Flavia Pinto — socióloga, mãe de santo, favelada e voz incansável na luta antirracista — desmonta a narrativa colonizadora e revela as raízes profundas do racismo, da desigualdade e da violência que ainda hoje oprimem o povo preto, indígena e periférico.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Com linguagem acessível e contundente, a autora expõe como a escravização, a falsa abolição e a marginalização planejada moldaram um país que nega a própria origem. Dos quilombos aos presídios superlotados, das senzalas às favelas, Mãe Flavia traça um caminho de resistência e mostra que a descolonização não é apenas um conceito, mas uma revolução necessária.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Mais que um livro, <em>Levanta, favela!</em> é um chamado à ação. Um convite para romper com as correntes do passado, resgatar a ancestralidade e construir um futuro onde a favela não seja sinônimo de carência, mas de potência. Nas palavras da autora: &#8220;Descolonizar não é opção, é sobrevivência&#8221;.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Se você deseja entender o Brasil real, além dos mitos oficiais, descobrir a história apagada dos povos negros e indígenas e juntar-se à luta por um país justo e descolonizado, aqui está um manifesto urgente para quem acredita que outro Brasil é possível.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>#LevantaFavela #DescolonizeOBrasil</strong></p>
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		<title>Santa Muerte: culto e devoção</title>
		<link>https://editoraaruanda.com.br/livro/santa-muerte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editora Aruanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Nov 2024 05:18:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Esta obra apresenta uma síntese sobre a Santa Muerte, culto originado no México que abarca tanto elementos pré-hispânicos quanto do Catolicismo. São explicadas suas origens, elementos, correlações, bem como os estigmas, medos e terrores atribuídos a ela pelo senso comum.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta obra apresenta uma síntese sobre a Santa Muerte, culto originado no México que abarca tanto elementos pré-hispânicos quanto do Catolicismo. São explicadas suas origens, elementos, correlações, bem como os estigmas, medos e terrores atribuídos a ela pelo senso comum.</p>
<p>A Santa Muerte é uma forma de devoção popular e sincera que tem auxiliado inúmeras pessoas a encontrar a plenitude ou a se reerguer de tragédias pessoais e coletivas. A familiaridade com Santa Muerte, a criatividade e a liberdade nas formas de cultuá-la encantam a todos que encontram na Niña Blanca uma mãe, uma amiga, uma mentora e uma companheira que auxilia indistintamente a todos e todas a transitar pelos ciclos da vida, em suas incontáveis mortes e renascimentos.</p>
<p>Venerada sobretudo pelas populações periféricas – não apenas no México, mas em toda a América Latina e nos Estados Unidos –, a Santa Muerte representa um fio de esperança e uma alternativa a diversas comunidades, como a de presidiários, por exemplo. Então, devido ao seu caráter transgressor e por ser muitas vezes mal compreendida, esse culto acabou caindo no gosto de alguns narcotraficantes, o que, erroneamente, levou tanto as religiões quanto as classes sociais hegemônicas a estigmatizarem a figura da Santa Muerte, bem como a de seus devotos.</p>
<p>No Brasil, sobretudo pela aproximação com as &#8220;entidades de calunga&#8221;, Santa Muerte tem sido recebida de braços abertos nas religiões de terreiro, o que não exclui cultos particulares ou de outros grupos.</p>
<p>Salve a Santa Muerte!</p>
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		<item>
		<title>Pedagogia do axé: saberes, lutas e resistência dos povos de terreiro</title>
		<link>https://editoraaruanda.com.br/livro/pedagogia-do-axe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editora Aruanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2024 18:54:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Organizado por Renata Souza e Pai Dário, esta obra reúne textos de grandes cientistas e diálogos com importantes lideranças afrorreligiosas, como Helena Theodoro, Juliana Drumond, Equede Sinha, Iyá Wanda e Pai Adailton.</p>
<p>O modo de ensinar no terreiro é o fio condutor que une os textos, pois é assim que nosso povo de axé compartilha saberes.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pedagogia do axé: saberes, lutas e resistência dos povos de terreiro</em>, organizado por Renata Souza e Pai Dário, reúne textos de grandes cientistas e diálogos com importantes lideranças afrorreligiosas, como Helena Theodoro, Juliana Drumond, Equede Sinha, Iyá Wanda e Pai Adailton.</p>
<p>O modo de ensinar no terreiro é o fio condutor que une todos os textos e que embasa o conceito da “pedagogia do axé”. Este livro aborda, sobretudo, a tecnologia de resistência dos povos de terreiro a partir de sua própria perspectiva. Portanto, o saber guardado e compartilhado por nossos mais velhos e nossas mais velhas é uma das ferramentas indispensáveis a ser manejada e elemento central desta obra, valorizando, assim, o poder da oralidade – essencial para os povos da diáspora.</p>
<p>Reafirmando nosso compromisso com um resgate ancestral, uma pedagogia antirracista e uma literatura afrorreligiosa de qualidade, a publicação de Pedagogia do axé: saberes, lutas e resistência dos povos de terreiro pretende valorizar, registrar e disseminar a força da palavra, pois é assim que se aprende no terreiro e que nosso povo de axé compartilha seus saberes.</p>
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		<item>
		<title>Exu-Mulher e o matriarcado nagô: sobre masculinização, demonização e tensões de gênero na formação dos candomblés</title>
		<link>https://editoraaruanda.com.br/livro/exu-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editora Aruanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Aug 2023 18:54:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na região da iorubalândia, grupos realizam práticas rituais específicas com figuras de Exu masculina e feminina, podendo ser cultuado exclusivamente por mulheres. Está associado à fertilidade, à fecundidade e à maternidade, pois, na cosmogonia iorubá, Olodumarê teria constituído Exu com os dois princípios. A masculinização e a demonização foram as principais transformações que Exu sofreu na travessia atlântica. Mesmo nos três terreiros fundantes de Salvador, que ainda mantêm o sistema matriarcal, houve tensões, demonstrando como as religiões de matrizes africanas estão submetidas à dominação patriarcal. A figura feminina de Exu, além de não ter sido introduzida no Brasil, é desconhecida em algumas casas e assunto silenciado nos terreiros mais tradicionais.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em seu novo livro, <em>Exu-Mulher e o matriarcado nagô: masculinização, demonização e tensões de gênero na formação dos candomblés</em>, Claudia Alexandre traz um debate inédito para o estudo das tradições e religiosidades afro-brasileiras sobre o controverso orixá Exu. A obra é baseada na premiada tese de doutorado da autora – eleita Melhor Tese do Ano pelo Programa de Ciência da Religião da PUC-SP e finalista do Prêmio Soter/Paulinas de Teses do Congresso Internacional da Soter (Sociedade de Teologia e Ciência da Religião), ficando em segundo lugar.</p>
<p>Na Iorubalândia, alguns grupos realizam rituais específicos nos quais figuras de Exu – masculina e feminina – evidenciam as diferenças anatômicas do par: ele com falo desproporcional, apito e gorro; ela com seios e vulva demarcados e à mostra, jóias e, às vezes, acompanhada por uma figura que remete a uma criança. As imagens possuem penteados alongados, uma marca da identidade do orixá. Em certos lugares, Exu é cultuado exclusivamente por mulheres e está associado à fertilidade, à fecundidade e à maternidade. Na cosmogonia iorubá, Olodumarê constituíra Exu com os dois princípios.</p>
<p>Na formação dos candomblés de tradição iorubá-nagô, cujos terreiros cultuam Exu/Legba/Elegbará, o racismo religioso ganha centralidade a partir da figura de Exu e reivindica seu lado feminino, algo pouco explorado na literatura. A masculinização e a demonização foram as principais transformações que Exu sofreu na travessia atlântica. Na África Ocidental, são bem conhecidas as representações ambíguas de Exu, diferente de como foi introduzido nos terreiros brasileiros. Mesmo nos três terreiros fundantes dos candomblés de Salvador – Casa Branca do Engenho Velho, Ilê Opó Afonjá e Terreiro do Gantois –, que ainda mantêm o sistema matriarcal e são liderados por mulheres, houve tensões na relação com Exu, exigindo dissimulações e negociações das ialorixás com relação à dominação da Igreja. Essa questão demonstra como as religiões de matrizes africanas estão submetidas à dominação patriarcal. Para as primeiras mulheres de terreiro, o Exu demonizado se transformou em elemento demonizante, e o destaque dado ao falo na representação da divindade, como símbolo de sua masculinidade, teria excluído completamente os traços de feminilidade.</p>
<p>No início, havia resistência por parte de antigas lideranças em iniciar filhos e filhas de Exu – em muitos casos, substituído por Ogum –, e as justificativas só reforçavam o imaginário demoníaco imposto à divindade. Esses constrangimentos podem ter levado ao ocultamento e ao silenciamento de assuntos referentes à existência do feminino de Exu. Ele é o senhor do movimento que mantém o equilíbrio vital e distribui em partes iguais o essencial aos seres viventes para que haja fertilidade e vida constante.</p>
<p>Chama atenção o fato de que a figura feminina de Exu, além de não ter sido introduzida nas representações do orixá no Brasil, é desconhecida em algumas casas e assunto silenciado nos terreiros mais tradicionais.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Magia cigana: introdução ao culto ancestral</title>
		<link>https://editoraaruanda.com.br/livro/magia-cigana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editora Aruanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2023 18:54:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Este livro é uma saudação à vida, aos ancestrais e ao destino. O leitor aprenderá sobre o culto aos ciganos do astral e sobre a cultura e as tradições dos ciganos da Terra, as relações entre os distintos povos que compõem essa etnia, além de uma breve explanação sobre Santa Sara Kali, os clãs ciganos e as ordens vibracionais. Também aprenderá sobre formas e elementos de trabalho, vestimentas, chacras, oferendas, encantamentos, rituais, cerimoniais, benzimentos, oráculos e, por fim, sobre a manipulação das energias desta forte Linha de trabalho. Arriba!</p>
<p>O post <a href="https://editoraaruanda.com.br/livro/magia-cigana/">Magia cigana: introdução ao culto ancestral</a> apareceu primeiro em <a href="https://editoraaruanda.com.br">Editora Aruanda</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de tudo, este livro é uma saudação à vida, aos ancestrais e ao destino. Com <em>Magia cigana: introdução ao culto ancestral</em>, Mãe Manu da Oxum, sob supervisão e intuição da Cigana Íris, pretende incentivar a cosmovisão do indivíduo, desenvolvendo seu comprometimento e sua responsabilidade para com o universo.</p>
<p>Neste livro, o leitor aprenderá sobre o culto aos ciganos do astral e sobre a cultura e as tradições dos ciganos da Terra. São explicadas as relações entre os distintos povos que compõem essa etnia, além de uma breve explanação sobre Santa Sara Kali, os clãs ciganos e as ordens vibracionais. Em seguida, o leitor poderá aprender mais sobre formas e elementos de trabalho, vestimentas, chacras, oferendas, encantamentos, rituais, cerimoniais, benzimentos, oráculos e, por fim, sobre a manipulação das energias desta forte Linha de trabalho.</p>
<p>É importante ressaltar que, neste livro, Mãe Manu da Oxum explica que as entidades ciganas devem ser desassociadas das entidades de Umbanda e Candomblé, ainda que manifestadas nos terreiros, uma vez que não são regidas por orixás, apesar da similaridade, e que cada uma delas tem sua própria crença e religiosidade.</p>
<p>Nas palavras da Cigana Íris, “que cada página seja um alimento para a alma e que a magia e a força de meu povo protejam e guiem cada um que deposita fé e esperança em nós”. Arriba!</p>
<p>O post <a href="https://editoraaruanda.com.br/livro/magia-cigana/">Magia cigana: introdução ao culto ancestral</a> apareceu primeiro em <a href="https://editoraaruanda.com.br">Editora Aruanda</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Umbanda Preta: raízes africanas e indígenas</title>
		<link>https://editoraaruanda.com.br/livro/umbanda-preta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editora Aruanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Oct 2022 18:54:51 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://editoraaruanda.com.br/livro/umbanda-preta-raizes-africanas-e-indigenas/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Esse é um livro escrito pela Mãe Flavia Pinto de hoje. Esta é uma obra que pretende colaborar com a formação das(os) sacerdotisas(otes) à frente dos terreiros afrorreligiosos, bem como seus filhos de orixá, oferecendo-lhes bases teológicas, filosóficas, sociológicas, históricas, jurídicas e administrativas iniciais para uma boa gestão das casas e uma vivência mais consciente da religião. Bem fundamentados, teremos condições de defender nossa liberdade religiosa e nosso direito de existir como descendentes dos povos africanos e indígenas. Axé!</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é um livro escrito pela Mãe Flavia Pinto de hoje, onze anos após seu primeiro livro. Uma matriarca que compreende seu papel social como sacerdotisa, socióloga e, acima de tudo, líder de um quilombo urbano. Ciente das vulnerabilidades das religiões afro-brasileiras — que não possuem um órgão federativo qualificado que lhe ofereça, no mínimo, bases que possibilitem à(ao) dirigente o desenvolvimento de uma gestão sustentável —, a autora pretende fornecer embasamento para a luta externa contra o racismo religioso e interna contra o intrapreconceito que compromete nossa unicidade e nossa percepção como “povos de terreiro”.</p>
<p>Este livro está mergulhado na sabedoria milenar e no legado ancestral das culturas africanas e indígenas e é chave na luta antirracista e na descolonização do pensamento euro-cristão entranhado na Umbanda. É uma obra que pretende colaborar com a formação das(os) sacerdotisas(otes) à frente dos terreiros afrorreligiosos, bem como de seus filhos de orixá, oferecendo bases teológicas, filosóficas, sociológicas, históricas, jurídicas e administrativas iniciais para uma boa gestão de suas casas. Bem fundamentados, teremos condições de defender nossa liberdade religiosa e nosso direito de existir como descendentes dos povos africanos e indígenas. Saravá! Axé!</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Isto é Umbanda?</title>
		<link>https://editoraaruanda.com.br/livro/isto-e-umbanda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editora Aruanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Sep 2022 18:54:51 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://editoraaruanda.com.br/livro/isto-e-umbanda/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Este livro pretende desmistificar determinadas práticas, noções e conceitos que são imputados à Umbanda sem que, de fato, o sejam. Relatos e notícias relacionam fatos à nossa religião – como a Umbanda nos postes e nos muros, entidades que cobram, orixás que batem, umbandistas que poluem, religiosos de internet, ritos à distância… – que levam a uma única pergunta: “Isto é Umbanda?”. Por isso, uma religião que desde os tempos mais remotos sofre preconceito e perseguição não pode ter seu nome associado a certas ações que não fazem parte dos fundamentos nem da filosofia umbandista.</p>
<p>O post <a href="https://editoraaruanda.com.br/livro/isto-e-umbanda/">Isto é Umbanda?</a> apareceu primeiro em <a href="https://editoraaruanda.com.br">Editora Aruanda</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para criticar, é preciso, antes de tudo, conhecer. Partindo dessa premissa, Daniel Soares Filho apresenta ao leitor pequenos contos e algumas reflexões com o objetivo de desmistificar determinadas práticas, noções e conceitos que são imputados à Umbanda – e que povoam o ideário dos desconhecedores da religião – sem que, de fato, o sejam. Assim, este livro pretende demonstrar que, apesar de muitos desses atos serem conferidos à Umbanda, Umbanda, muito provavelmente, não são.</p>
<p>É importante ressaltar que esta obra não busca criar tensões interpretativas sobre as diferentes formas de se praticar a Umbanda, pois entende-se que não há apenas uma maneira de se realizarem os cultos umbandistas. Cada casa tem suas regras e seu modus operandi balizados pelas influências que recebem dos ancestrais.</p>
<p>Contudo, existe uma grande quantidade de informações e notícias que relacionam fatos à nossa religião, como a Umbanda nos postes e nos muros, entidades que cobram, orixás que batem, umbandistas que poluem, religiosos de internet, ritos à distância… que nos levam a uma única pergunta: “Isto é Umbanda?”.</p>
<p>Uma religião que desde os tempos mais remotos sofre preconceito e perseguição — das chibatas escravocratas até as invasões de terreiros atuais – não pode ter seu nome associado a certas práticas que não fazem parte dos fundamentos nem da filosofia umbandista. Afinal, somente a luz do conhecimento é capaz de dissipar as trevas da ignorância.</p>
<p>O post <a href="https://editoraaruanda.com.br/livro/isto-e-umbanda/">Isto é Umbanda?</a> apareceu primeiro em <a href="https://editoraaruanda.com.br">Editora Aruanda</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Salve o matriarcado: manual da mulher búfala</title>
		<link>https://editoraaruanda.com.br/livro/salve-o-matriarcado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editora Aruanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2020 20:54:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Neste livro, Mãe Flavia Pinto busca mostrar a todas as mulheres – <em>cis</em> ou <em>trans –</em> como reconhecer as diversas formas de machismo e opressão perpetuadas, ao longo dos anos, por uma sociedade paternalista que busca, de todas as formas, apagar o papel social feminino, notadamente o das mulheres negras.</p>
<p>Pelo resgate do matriarcado roubado! Pela vida das mulheres! Sejamos todas mulheres búfalas!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste livro, Mãe Flavia Pinto busca mostrar a todas as mulheres – <em>cis</em> ou <em>trans –</em> como reconhecer as diversas formas de machismo e opressão perpetuadas, ao longo dos anos, por uma sociedade paternalista que busca, de todas as formas, apagar o papel social feminino, notadamente o das mulheres negras.</p>
<p>Para tanto, Mãe Flavia revisita autoras e autores, desde as comunidades matriarcais africanas até os dias atuais no Ocidente para, de forma simples e direta, debater os micromachismos diários aos quais todas as mulheres são submetidas e ensinar como podemos identificá-los.</p>
<p>A partir de análises históricas e sociológicas sensivelmente construídas pela autora, que se embasa em suas práticas ativistas e experiências de vida, esta obra apresenta propostas potencialmente transformadoras para essa identificação.</p>
<p>É fundamental que a mulher inicie um processo de interrupção desses ciclos de violência impostos pelos sistemas econômico, político e social vigentes e que resgate seu papel matriarcal ancestral. Combater os machismos diários que atravessam e destroem gerações é tarefa de todas, todos e todes.</p>
<p>Pelo resgate do matriarcado roubado! Pela vida das mulheres! Sejamos todas mulheres búfalas!</p>
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		<title>Orixás no terreiro sagrado do samba: Exu e Ogum no Candomblé da Vai-Vai</title>
		<link>https://editoraaruanda.com.br/livro/orixas-no-terreiro-sagrado-do-samba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editora Aruanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2020 16:14:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com a jornalista e pesquisadora Claudia Alexandre, adentraremos a encruzilhada da Vai-Vai – um território negro paulistano onde reinam Exu, o orixá mensageiro, e Ogum, o guerreiro – e conheceremos um terreiro que as televisões são incapazes de registrar! Onde nada está separado e não existe a dicotomia "sagrado x profano", mas uma forte conexão com os valores ancestrais. Nesta obra, a autora busca resgatar uma forma ancestral de perceber o mundo e religar esses universos ao ambiente acadêmico, buscando caminhos para (re)escrever a História do Brasil.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste livro, a jornalista Claudia Alexandre, a partir de um olhar &#8220;desfragmentado&#8221; e &#8220;devidamente autorizada&#8221;, apresenta o resultado de sua pesquisa sobre duas manifestações culturais que dialogam entre si e que ajudaram a formar o que hoje entendemos como nossa identidade nacional: o samba e as religiões de matrizes afro-brasileiras.</p>
<p>Para tanto, a autora adentrou a encruzilhada da Vai-Vai – um território negro paulistano onde reinam Exu, o orixá mensageiro, e Ogum, o guerreiro – e encontrou um terreiro que as televisões são incapazes de registrar!</p>
<p>A presença do povo preto em seu dia a dia, desde a fundação da escola; o pavilhão preto e branco, com ramos de café e uma coroa de rei; o surdo de primeira, uma divindade que dá o ritmo na avenida; o toque para os orixás e as procissões que embalam as ruas do bairro; os altares para os santos das macumbas; o pai de santo e o quarto de Exu e Ogum. Nesse terreiro, nada está separado e não existe a dicotomia &#8220;sagrado x profano&#8221;, mas uma forte conexão com os valores ancestrais.</p>
<p>A partir desta obra – fruto da dissertação de mestrado em Ciência das Religiões da autora – o leitor perceberá o quanto as histórias dessas duas expressões culturais estão potentemente ligadas, uma vez que o carnaval negro não pode ser concebido sem a presença dos cultos ancestrais. Ainda que, ao longo do tempo, tenha ocorrido uma tentativa de apagamento de sua origem e, principalmente, da presença do negro e de suas religiões na indústria cultural e na história do samba e das escolas de samba, Claudia busca resgatar uma forma ancestral de perceber o mundo e religar esses universos ao ambiente acadêmico, revisitando acervos das experiências negro-africanas em diáspora e buscando caminhos para (re)escrever a História do Brasil.</p>
<p>Aqui, a africanidade se (re)compõe para continuar desafiando as narrativas que insistem em colocar samba de um lado e orixás de outro. Sambando a gente reza; rezando a gente samba!</p>
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